Os pirralhos

baby babies baby growth
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quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Só hoje soube...




que Randy Pausch faleceu a 25/07/08, no dia em que saí da maternidade, depois do Duarte ter nascido.

Este homem, professor universitário, que vi pela primeira vez no programa da Oprah, deu-me uma lição de vida e de humildade.

"The Last Leture"

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Ambivalências

Conhecem aquelas pessoas que são umas hiperactivas pachorrentas?
Eu sou uma delas!

E conhecem aquelas pessoas que são ambivalentes como, organizadas e desorganizadas ao mesmo tempo?
Eu também sou uma delas!

Sou uma pessoa de extremos, de luta!
Adoro desafios, adoro planear, adoro estudar, adoro envolver-me em causas e em assuntos! Às vezes sofro, com tanta envolvência, de tanta dedicação a certos projectos!

O meu projecto de vida mais importante é a minha filha e o meu marido! A minha vida pessoal e intima!
às vezes pergunto-me se não faria melhor em ficar em casa e dedicar-me exclusivamente à minha filha! Mas sei que me iria sentir incompleta.
Preciso de outras actividades e de projectos.
Sei que não sou má mãe por sentir isso, nem deixo de gostar menos da minha filha!

Fico chocada com certas atitudes. Com os maus-tratos a mulheres, a crianças e a animais...
Fico chocada por saber que existe tanta violência doméstica, e tantas violações no seio conjugal.
Fico chocada com os abusos em crianças.
Surpreende-me a estupidez das pessoas: ler numa revista cor de rosa que a estupidinha da Cinha Jardim trouxe um Sagui do Brasil, e que sentiu que lhe venderam "gato por lebre", por o animal não ser tão amoroso como lhe disseram e por atacar as pessoas que iam a sua casa. E que depois teve de se livrar dele!
Quem, no seu juízo perfeito, se vem gabar disso?!

Neste momento, sinto raiva e impotência, por ver que é dada tanta exposição mediática a certas causas, como Myanmar, e outras, como o Darfur, então tão encobertas.
Choca-me a palhaçada em volta do caso Maddie, em que parece que, frente aos ingleses, pômos o rabinho entre as pernas e aceitamos todas as palhaçadas e comentários ignóbeis!!!!

Tanto sou capaz de estar sentadinha no sofá ou no chão da sala, a brincar com a minha filha, como estar a escrever, indignada, para vários sítios, para chamar a atenção para certas coisas em que acredito!
Por isso me chamo uma hiperactiva pachorrenta!

Desculpem o português, mas este post foi escrito ao fluir da pena!

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Se puderem, visitem estes blogues!

Temos de fazer alguma coisa!
Estes assuntos afectam-me directamente, fazem-me sentir impotente!
Mas temos de tomar consciência, temos de nos insurgir, se não, o mundo vai piorar...
E as nossas crianças vão fazer parte deles!
Na realidade, se nos unirmos podemos mesmo fazer qualquer coisa!

Por Darfur - http://por-darfur.blogspot.com

Mulheres do Mundo - http://mulhereseomundo.blogspot.com

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Caso Maddie... (Até agora ainda não houve nenhum jornal, português ou inglês, que nos explicasse a natureza da relação de amizade e) Recebido por mail

Passo a citar:

Maddie e Gordon Brown

"Sobre o "caso Maddie", já ouvi falar de quase tudo, e tudo muito esmiuçado, ao pormenor. Desde o rapto à rede de pedofilia, desde o dolo eventual ao ADN,
desde os cães que farejam cadáveres aos soporíferos que supostamente foram administrados. Quase tudo foi, e é ainda, examinado à lupa, embora nem sempre
satisfatoriamente. Contudo, houve algumas coisas que ainda ninguém explicou bem. Por exemplo: é Gerry McCann amigo pessoal do primeiro-ministro inglês
Gordon Brown? Apenas o Público, no sábado passado, e o director deste jornal, ontem, referiram esse facto de passagem. Mas, ninguém passou da superfície.
Porquê? Porque é que até agora ainda não houve nenhum jornal, português ou inglês, nem nenhuma televisão, portuguesa ou inglesa, que nos explicasse qual
a natureza dessa relação de amizade, e até que ponto ela é forte?

É que isso pode ser bastante importante para perceber porque é que o "caso Maddie" tomou as dimensões que tomou, em Inglaterra, em Portugal e no resto do
mundo. À medida que o processo vai avançando, e a investigação aponta na direcção da morte da menina, sendo os pais cada vez mais suspeitos, o que vamos
descobrindo é que podemos ter assistido à maior e mais sofisticada operação de marketing fraudulenta de todos os tempos, destinada a convencer-nos a todos
de que a criança tinha sido raptada.

Ora, e esse é o meu argumento hoje, será que a colossal dimensão dessa operação de marketing foi possível apenas porque Gerry é amigo de Gordon Brown? Ou,
por outras palavras, houve um envolvimento directo da Downing Street nesta monumental mistificação planetária? Infelizmente, tudo indica que sim.

Desde os primeiros dias que houve intervenção de Gordon Brown, que logo na primeira semana disse que "o Governo inglês iria pressionar as autoridades portuguesas
para resolver o caso". Depois, avançou para Portugal a cavalaria. Um dos maiores especialistas de marketing político inglês – conhecidos com 'spin doctors'
– veio para a Praia da Luz dirigir as operações, e a campanha mediática do "Find Madeleine" arrancou a todo o vapor. 'Site' na net, angariação de fundos
por todo o mundo, celebridades mundiais "empenhadas na causa", idas a Fátima rezar, viagens pela Europa, conversas com ministros espanhóis e não só, idas
diárias à Igreja da Luz, declarações contidas dos pais, e por fim, a cereja em cima do bolo, uma audiência com Sua Santidade, Bento XVI. Um verdadeiro
'blitzkrieg' mediático, como nunca houve, nem provavelmente virá a haver tão cedo.

Mas, será isto normal? Quer dizer, será isto possível sem uma intervenção poderosa do governo inglês? A resposta é, obviamente, não. Nenhum casal teria
conseguido tanta coisa em tão pouco tempo se não estivesse a ser activamente ajudado pelas mais altas esferas inglesas. Para ser recebido pelo Papa, para
falar com ministros, para ter a imprensa inglesa sempre aos pés, solidária e fiel como um dócil cãozinho, é preciso poder. E esse poder só pode ter vindo
directamente de Gordon Brown. Como, não sei, mas só assim se explica que existam tantos "acessores de imprensa" ou de "imagem" à volta dos McCann, e todos
eles com ligações directas ao gabinete de Brown. Só assim se explica que um casal, aparentemente anónimo e de classe média, tenha tratamento VIP nos aeroportos,
nas chancelarias e na imprensa. E é espantoso que, quatro meses e tal depois do início do caso, ainda estas questões não tenham sido levantadas em público.

Até porque, e à medida que a investigação vai avançando na direcção da culpabilidade dos pais, esta situação começa a ser cada vez mais grave e duvidosa.
Já viram o que será se se prova que a Downing Street foi colossalmente enganada por um amigo de Brown ? Já viram o que será se se prova que uma mega-campanha
mundial arquitectada directa ou indirectamente pelo primeiro-ministro inglês se revela a maior fraude deste início de século? O "caso Maddie", de história
criminal fascinante, passaria a ser um gravíssimo assunto político para a Inglaterra…"

Domingos Amaral, Director da revista "Maxmen
"

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Afinal há governantes com tomates...

Ao contrário do Primeiro Ministro e do Presidente da República do nosso belo Portugal, a chanceler alemã, Angela Merkel, vai receber o Dalai Lama, apesar das críticas (e prováveis ameaças veladas) do governo chinês!

É mulher, mas tem mais tomates que alguns homens!

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Maddie

O caso da Maddie está a dar-me vómitos...

Desculpem a franqueza!

pobre criança...


Adenda - Já viram a quantidade de dinheiro que os pais angariaram com esta história do rapto da filha?

quinta-feira, 26 de julho de 2007

terça-feira, 24 de julho de 2007

...

Bem, o exame lá se fez... Penso que dá para ter positiva...

Esta noite houve um episódio triste no prédio onde moro. Um estúpido qualquer, com uma bela bebedeira, decidiu fazer uma escandaleira às 3 da manhã.
Resultado: Daniela acordou a chorar e lá foi para a nossa cama.
15 minutos depois estava a dormir e transitou para a cama dela, de novo.

Ele há com cada animal...

Agora, um assunto que não tem nada que ver...
Quem quiser, pode participar, enviando dicas ou o que quiser, para o espaço Informação e Criatividade.
Enviem um mail para pre-mamas@hotmail.com

segunda-feira, 9 de julho de 2007

7 maravilhas do mundo...

Fiquei um bocado decepcionada com o espectáculo!

1.º - Não sei se a Dulce Pontes e o Carreras fizeram play-back ou se foi desfasamento imagem / som pelo satélite, mas que ficou mau, ficou.

2.º - O Joaquim Cortez está a tentar uma nova carreira? Estava cansado? Ou não foi contratado para dançar? Ainda pensei que ele aparecesse outra vez...

3.º - O Sir Ben Kingsley ler o discurso do tipo lá da ONU, que chegou atrasadissimo...

4.º - Andaram a empatar tanto tempo com cantores e não sei que mais, e depois apresentaram as 7 maravilhas todas seguidas...

5.º - Se o objectivo era eleger as 7 maravilhas do mundo, porque é que mostraram tão poucas imagens delas? E informações também foram escassas. Achei tudo muito pobre. Razão tinha a UNESCO em não apadrinhar a iniciativa, dizendo que este tipo de cerimónias em nada beneficiavam a preservação destes monumentos!

6.º - Achei mal que só se pudesse votar pela internet e através de SMS. Quem não teve acesso a estes 2 meios de comunicação, não pôde participar.

7.º - Não me venham com tretas, mas o Cristo Redentor só foi eleito porque houve um movimento no Brasil para o eleger. O mesmo se passou no Peru, pelo que parece. Se soubesse, se calhar também tinha votado 100 vezes nas estátuas da Ilha da Páscoa, ou o Templo de Angkor Wat, no Cambodja....

8.º - Gostei da participação da atriz indiana de Bollywood, mas é pena que ela tenha falado tão pouco. Mas, a emoção de eleger o Taj Mahal deve ter sido muito grande.

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Desculpem lá isto

mas vejam a m*** de votação que a Sky News está a fazer aqui.

Estou que nem posso!!!!!!

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Dá que pensar…

A quem tiver paciência para ler...
Um aviso à navegação...



Após deixar os livros no sofá ela decidiu lanchar e entrar online.
Assim, ligou-se com o seu nome de código (nick): Docinho14.
Procurou na sua lista de amigos e viu que Meteoro123 estava ligado.
Enviou-lhe uma mensagem instantânea:
Doçinho14: Oix. Que sorte estares aí! Pensei que alguém me seguia na rua hoje. Foi mesmo esquisito!
Meteoro123: Lol. Vês muita TV. Por que razão alguém te seguiria? Não moras num local seguro da cidade?
Docinho14; Com certeza. Lol. Acho que imaginei isso porque não vi ninguém quando me virei.
Meteoro123: A menos que tenhas dado o teu nome online. Não fizeste isso, pois não?
Docinho14: Claro que não. Não sou idiota, já sabes.
Meteoro123: Jogaste vólei depois das aulas, hoje?
Docinho14: Sim e ganhamos!
Meteoro123: Óptimo! Contra quem?
Docinho14: Contra as Vespas do Colégio da Sagrada Família. LOL. Os uniformes delas são um nojo! Pareciam abelhas. LOL
Meteoro123: Como se chama a tua equipa?
Docinho14: Somos os Gatos de Botas. Temos garras de tigres nos uniformes. São impecáveis.
Meteoro123: Jogas ao ataque?
Docinho14: Não, jogo à defesa. Olha: tenho que ir.
Tenho que fazer os TPC antes que cheguem os meus pais. . Xau!
Meteoro123: Falamos mais tarde. Xau.
Entretanto, Meteoro123 foi à lista de contactos e começou a pesquisar sobre o perfil dela. Quando apareceu, copiou-o e imprimiu-o. Pegou na caneta e anotou.
O que sabia de Docinho até agora.
Seu nome: Susana
aniversário: Janeiro 3, 1993.
Idade.: 13.
Cidade onde vive: Porto.
Passatempos: vólei , inglês, natação e passear pelas lojas.
Além desta informação sabia que vivia no centro da cidade porque lho tinha contado recentemente. Sabia que estava sózinha até às 6.30 todas as tardes até que os pais voltassem do trabalho. Sabia que jogava vólei às quintas-feiras de tarde com a equipa do colégio, os Gatos de Botas. O seu número favorito, o 4, estava estampado na sua camisola. Sabia que estava no oitavo ano no colégio da Imaculada Conceição. Ela tinha contado tudo em conversas online.
Agora tinha informação suficiente para encontrá-la. Susana não contou aos pais sobre o incidente ao voltar do parque. Não queria que ralhassem com ela e a impedissem de voltar dos jogos de vólei a pé. Os pais sempre exageram e os seus eram os piores. Ela teria gostado não ser filha única. Talvez se tivesse irmãos, os seus pais não tivessem sido tão superprotectores.
Na quinta-feira, Susana já se tinha esquecido que alguém a seguira. O seu jogo decorria quando, de repente, sentiu que alguém a observava. Então lembrou-se. Olhou e viu um homem que a observava de perto. Estava inclinado contra a cerca na arquibancada e sorriu quando o viu. Não parecia alguém de quem temer e rapidamente desapareceu o medo que sentira. Depois do jogo, ele sentou-se num dos bancos enquanto ela falava com o treinador. Ela apercebeu-se do seu sorriso mais uma vez quando passou ao lado. Ele acenou com a cabeça e ela devolveu-lhe o sorriso.
Ele confirmou o seu nome Nas costas da camisola. Sabia que a tinha encontrado. Silenciosamente, caminhou a uma certa distância atrás dela. Eram só uns quarteirões até casa dela. Quando viu onde morava voltou ao parque e entrou no carro. Agora tinha que esperar. Decidiu comer algo até que chegou a hora de ir à casa da menina. Foi a um café e sentou-se.
Mais tarde, essa noite, Susana ouviu vozes na sala. "Susana, vem cá!", chamou o seu pai. Parecia perturbado e ela não imaginava porquê. Entrou na sala e viu o homem do parque no sofá. "Senta-te aí", disse-lhe o pai, "este senhor nos acaba de contar uma história muito interessante sobre ti".
Susana sentou-se. Como poderia ele contar-lhes qualquer coisa? Nunca o tinha visto senão nesse mesmo dia!
"Sabes quem sou eu?" perguntou o homem.
"Não", respondeu Susana.
"Sou polícia e teu amigo do Messenger - Meteoro123".
Susana ficou pasmada. "É impossível! Meteoro123 é um rapaz da minha idade! Tem 14 e mora em Braga!".
O homem sorriu. "Sei que te disse tudo isso, mas não era verdade. Repara, Susana, há gente na Internet que se faz passar por miudos; eu era um deles. Mas enquanto alguns o fazem para molestar crianças e jovens, eu sou de um grupo de pais que o faz para proteger as crianças dos malfeitores. Vim para te ensinar que é muito perigoso falar online. Contaste-me o suficiente sobre ti para eu te achar facilmente. Deste-me o nome da tua escola, da tua equipa e a posição em que jogas. O número e o teu nome na camisola fizeram com que te encontrasse facilmente.
Susana gelou. "Quer dizer que não mora em Braga?". Ele riu-se:” Não, moro no Porto. Sentiste-te segura achando que morava longe, não é?" "Tenho um amigo cuja filha não teve tanta sorte: foi assassinada enquanto estava sozinha em casa. Ensinam-se as crianças e jovens a não dizer a ninguém quando estão sozinhos, porém contam isso a toda a gente pela internet. As pessoas maldosas enganam e fazem-se passar por outras para tirar informação de aqui e de lá online. Antes de dares por isso, já lhes contaste o suficiente para que te possam achar sem que te apercebas. Espero que tenhas aprendido uma lição disto e que não o faças de novo. Conta aos outros sobre isto para que também possam estar seguros"."Prometo que vou contar!".
Nessa noite, Susana e os pais ajoelharam-se juntos e agradeceram a Deus por a ter protegido.

PS – Dá que pensar, não dá?

terça-feira, 8 de maio de 2007

Menina Inglesa...

Não gosto de falar destes casos. Tenho medo. Tenho muito medo.
Não me quero pôr na pele destes pais...

Não vale a pena acusá-los de negligência, de descuído ou de excesso de confiança.
Não o fizeram de propósito.

Não interessa se quem a raptou foi um cidadão britânico ou português.

A verdade é que os pais estão a sofrer com a ausência da filha, com o não saber nada dela.

Ontem, no telejornal da SIC, uma senhora, ao ser entrevistada, disse: "espero que ela esteja bem"
Ela nunca estará bem.
Seja qual for o motivo por que a tenham raptado, ela está longe dos pais e dos irmãos, longe das suas rotinas. Não tem a mamã para lhe dar um beijinho de boa noite e aconchegar-lhe os lençóis ao corpo. Não tem os irmãos para rir. Não tem o papá.

Espero que não seja um pedófilo.
Tenho tanta pena... Não imagino alguém a abusar sexualmente dela. Se existir, só pode ser um monstro.

Tenho tanto medo pela minha filha. Ela é tão inocente, como é essa menina...
Como é que alguém pode sentir desejo sexual por crianças...
Como alguém pode dizer que são provocados, quando as crianças são tão inocentes...
Só pode ser um monstro!

Se algo assim acontecesse à minha filha, acho que dava em maluca...

É apenas uma menina de 3 anos.